
Desenvolva seus dons
22/07/2009Após passar pelo blog de meu nobre amigo Tadeu, fiquei bastante impressionado com a sua habilidade com as palavras, usando de um vocabulário rico e culto. Sabe fazer-se entender, expressa bem suas ideias, tem sempre boa opiniões. Não tenho todo esse dom, mas gosto de escrever. Não uso de peculiaridades na hora de me expressar. Bem que gostaria, mas acredito que a simplicidade também seja válida. Já ouvi dizer que os limites do homem são os limites da sua linguagem. Porém,penso que com minha singela forma de escrever posso ser compreendido por todos, sem muito a pensar e interpretar. Só que é ruim para alguém que fará da argumentação o seu ganha pão. Se bem que penso que para convencer basta ser plausível, coerente e analítico. É que há certas coisas que se explicam com palavras exclusivas, sem analogias. Outras podemos explicar com um simples exemplo. [sim, um pouco confuso]
O fato é que o Tadeu Marcon tem um dom: expressar em palavras aquilo que sua mente “carpinta”. E não de forma simples, mas poética, clássica, bonita. Um dom bem trabalhado, com certeza. Afinal ele estuda, não deixa de consultar o dicionário quando tem dúvidas, além de ler bons livros, o que sempre enriquece o vocabulário e faz com que, ao falar, encontremos as palavras mais apropriadas.
Ter um dom e desenvolvê-lo é algo tão glorioso. Como um músico, um dançarino, um escritor. Pensando nisso, fiquei com uma pulga atrás da orelha. O Tadeu exerce seu dom lendo, escrevendo, estudando… enfim, praticando. Assim como jogadores de futebol, que treinam diarimente. Como é será que esse cara do vídeo abaixo faz para exercitar o dom dele? E pior ainda: como é que ele teve a ideia de desenvolvê-lo, isto é, como descobriu que tinha esse dom?!
“Nunca desembarcamos de nós. Nunca chegamos a outrem, senão outrando-nos pela imaginação sensível de nós mesmos. As verdadeiras paisagens são as que nós mesmos criamos, porque assim, sendo deuses delas, as vemos como elas verdadeiramente são, que é como foram criadas.” (Fernando Pessoa)
Dom é um título, pronome de tratamento de nobres, príncipes ou reis. Eu reverencio a Majestade que há naquilo que você melhor sabe ser, tal qual fazes comigo ou outro.
Seria impossivel dizer que você desvia dos escritos excelentes ou que não é esclarecido no que pensa e acredita (“para convencer basta ser plausível, coerente e analítico” – mando bem, não vai recitar Drummond ante a um juiz).
Mas saiba que quando quiser me encontrar de verdade, conversar com a minha verdade; me procure no que eu escrevo. Registre aí: admiro-lhe. Sim, aquele seu “deixa na boa”, “vamo gargalha que tá valendo”, “reflexões da sinuca”.. você é gente fina, rapaz!
E obrigado por essa postagem em que o moço consegue descascar uma banana com as nádegas! mas isso não é lá tão dificil. asuhhsuahsasaus Tenta Jhony, depois me conte se conseguiu
abraço mano!