Não é de hoje que se ouve falar na importância da leitura em nossas vidas: nos estudos, na nossa comunicação, na forma de nos expressarmos, nos conhecimentos que ela nos proporciona. Porém, quanto mais se fala da importância de ler, menos se vê pessoas lendo. Com as evoluções tecnológicas, as pessoas têm acessos a informações de forma mais rápida, e não lêem mais, pois afinal, é muito mais fácil assistir algo pronto e emitido em linguagem simples do que perder tempo lendo. Muito mais fácil assistir televisão do que pegar o jornal e ler as notícias. É muito melhor assistir a novela do que ler a manchete referente às novas e absurdas aprovações do Senado. E o problema se concentra aí: no fato das pessoas absorverem idéias alheias e não formarem as suas próprias.
No jogo de interesses que vemos na mídia, o que as emissoras de televisão querem é atrair a atenção dos espectadores, dando ênfase a alguns assuntos considerados relevantes e menos importância a outros, por – na concepção da emissora – serem considerados de menos valor. Aí você assiste, e aquela idéia é a que entra na sua mente. Você, sem perceber, acaba por concordar com aquilo, pois não te instiga ao pensamento. Na leitura, porém, você tende a raciocinar, você entra no assunto, pois tem de se concentrar, o que faz com que além de você absorver a idéia, reflita sobre ela.
Essas afirmações podem ser contraditórias se pensarmos que bons livros também podem fazer lavagem cerebral nos leitores. Mas, apenas nos simples leitores, e não nos verdadeiros leitores, descontentes com o pouco, sedentos de mais leitura, mais informação, e mais conhecimento e reflexão. Read the rest of this entry ?




Em meio ao caos político em que vivemos em nosso país, na aula de Direito Penal II o professor ressaltou uma das possíveis soluções para diminuir ou mesmo erradicar a roubalheira que ocorre no senado em Brasília. Juntei o que ele disse com o que ouvi do professor de Constitucional I e cheguei a algumas conclusões, minhas, de minha mente.